31 de agosto de 2009

the idea of exhibiting emptiness is a recurring notion in the history of art over the past fifty or so years, almost to the point of becoming a cliché in the practice of contemporary art. since the exhibition by Yves Klein – “The Specialization of Sensibility in the Raw Material State of Stabilized Pictorial Sensibility” in Paris in 1958, totally empty exhibitions have been the statement of different conceptions of vacuums.
a void is an empty space.

8 comentários:

gduvivier disse...

Porra leq que foda seu blog, não conhecia. Vou te frequentar. No bom sentido. Quem tá cantando?
Vou praí no dia 15. Saudade, porra!

N. disse...

L'ascèse(la velléité d'ascèse)s'adresse à l'autre:retourne-toi,regarde-moi,vois ce que tu fais de moi. C'est un chantage: je dresse devant l'autre la figure de ma propre disparition, telle qu'elle se produira sûrement, s'il ne cède pas(à quoi?).

Daniel Jablonski disse...

cara, você pode me frequentar em todos os sentidos.
um abraço.

no hay otros paraísos que los paraísos perdidos. disse...

avoid the empty space (or...).

Daniel Jablonski disse...

or die trying.

Lucía Inés disse...

pra você, um beijo sem tempo.

Pedro França disse...

a conception of vacuums----- gostaria de ser avisado quando a coisa virar, mesmo, um clichê

outro beijo sem tempo pra você

Lucía Inés disse...

e pô, já que postou, faz propaganda aí q é assim q começa; no boca-a-boca...