20 de dezembro de 2008

no orkut, para todos:

feliz 2008.
na esperança de que faça sentido
[...]
mas não só.

6 comentários:

Anônimo disse...

un an, une mise en abîme,
um ano dentro de um ano,
dentro dos próximos anos.

Carol disse...

l'insouciance é o desprendimento do sentido que seu
post-propositada-e-paradoxalmente-sem-sentido possa fazer.

FELIZ.

no hay otros paraísos que los paraísos perdidos. disse...

sentido: eu gostaria.

Anônimo disse...

reservo-me a vontade e o direito de escrever este texto, já que este blog também é meu, especialmente se você me garante que l'insouciance é a política do desprendimento: enquanto ainda não dança (ao menos não aos meus olhos), boa forma de começar a exercer o desapego, que afinal, é outra face do desprendimento.

sobre Borges:
"...El intelecto (limpio, transparente, ajeno al tumulto) lo fascina. Pero como por otra parte quiere seguir jugando, quiere no participar en el siempre duro proceso de la verdad, toma del intelecto lo que tomaría un sofista: no busca la verdad sino que discute por el solo placer mental de la discusión y, sobre todo, eso que tanto gusta a un literato como a un sofista: la discusión con palabras, sobre palabras. Lo atrae lo que la inteligencia posee de móvil, de bipolar, de ajedrecístico, juguetón, inteligente y curioso, le atraen las sofistiquerías, lo subyuga la hipótesis de que todos pueden tener razón o, mejor todavía, que nadie verdaderamente la tiene. En Sócrates admira al encantador verbal, al ingenioso dialoguista que podía demostrar una verdad y la contraria a un auditorio a la vez boquiabierto e incondicional…
Y así en toda su obra: que el mundo sea un sueño, que sea reversible, que haya eterno retorno, que la inmortalidad se alcance en la memoria de los otros, que la inmortalidad no exista sino en la eternidad: todo es igualmente válido y nada en rigor vale…"

Borges me fascina com sua piada de mau gosto que Sabato chama passatempo. E Sabato me encanta porque alem de excelente escritor (na minha arrogante humilde opinião) e de compartilharmos muitas idéias (ele não sabe, mas as dividimos), critica o quanto pode Borges e seus abobados "seguidores", fascinados por seus jogos com espelhos.

Escrotar es un arte y a la vez despreciable: eis porque te gosto.

Carol disse...

Continuando na onda argentina e na onda do desprendimento autoral desse blog e na onda de opiniões arrogantes humildes e na onda de escrotar enquanto arte:

Borges é superestimado. Tenho sempre a impressão de que se o conto tivesse sido escrito por Cortázar, por exemplo, seria muito melhor!
Inclusive, Cortázar tem um conto onde ele começa dizendo que existem contos que ele gostaria de reescrever mas obviamente seus autores não iriam gostar muito da idéia.
Acho que quando Cortázar escreve isso provavelmente está pensando em Borges. Foi o autor que me veio à cabeça na hora em que li, e por isso concordei plenamente e lamento que ele não tenha reescrito contos de Borges(se é que ele, na sua genialidade, não o tenha feito só por diversão e guardado na gaveta).

Lucas C disse...

¿cadê o anfitriao?¡Feliz 2008:2009 leske, vai fazer sentido.